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segunda-feira, 11 de julho de 2011


CIEP BRIZOLÃO 016 – Abílio Henriques Correia

O Barulho faz Mal à Saúde

A poluição sonora em algumas escolas é tanta que pode levar ao estresse e até à perda de audição. Mas, com medidas simples, é possível diminuir a barulheira na classe
Barulho ensurdecedor não é só um jeito exagerado de falar. Com o passar do tempo, uma pessoa exposta diariamente a sons muito altos pode ter a audição comprometida. Máquinas, veículos e aglomerações tornam a poluição sonora cada dia mais intensa. E no ambiente escolar a situação não é das melhores. Se você acha o barulho da sala de aula natural, é bom ficar alerta. A gritaria da turma, somada aos ruídos que vêm da rua, prejudica o bem-estar de todos e deve ser evitada.
Sons e vibrações que ultrapassam os níveis previstos pelas normas legais e que podem causar problemas auditivos irreversíveis ou perturbar as pessoas é o que se chama de poluição sonora. Apesar das leis e das políticas públicas para controlar o problema e dos alertas feitos por especialistas, a poluição sonora ainda não sensibiliza tanto como a do ar ou a da água.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o limite suportável para o ouvido humano é 65 decibéis. Acima disso, o organismo começa a sofrer. Para salas de aula, a Associação Brasileira de Normas Técnicas estipula que o limite tolerado é de 40 a 50 decibéis. Esse índice, aprovado por resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), tem força de lei.
Muitas classes, no entanto, atingem os 75 decibéis, principalmente as que têm mais de 25 estudantes. O som do pátio na hora do recreio pode chegar a 70 decibéis, causando diversos males ao organismo (veja quadro abaixo).
Ruído alto libera adrenalina
"Orelha não tem pálpebra", brinca o engenheiro ambiental Eduardo Murgel, especialista em acústica, de São Paulo. "Enquanto outros órgãos do sentido descansam durante o sono, os ouvidos se mantêm em estado de alerta", explica. A audição funciona como um alarme, e isso tem explicação antropológica: quando o homem vivia em cavernas, ficava atento para ouvir quando um animal se aproximava. Ao perceber o perigo, seu cérebro produzia quantidade extra de adrenalina, deixando o corpo preparado para o combate ou para a fuga.
O barulho sempre foi associado a circunstâncias que causam temor . Hoje o homem não precisa mais se defender de predadores, mas seu sistema de defesa continua o mesmo: sempre que ouve um ruído alto, o nível de adrenalina aumenta, fazendo subir a pressão arterial e gerando estresse instantâneo.
Barulho causa doenças
A longo prazo, o ruído excessivo pode causar gastrite, insônia, aumento do nível de colesterol, distúrbios psíquicos e perda da audição. Provoca ainda irritabilidade, ansiedade, excitação, desconforto, medo e tensão.
Na sala de aula, o professor faz tamanho esforço para ser ouvido que acaba gritando sem perceber. Com isso, fica vulnerável ao aparecimento de laringites e calos nas cordas vocais. Os efeitos da poluição sonora prejudicam a aprendizagem: quando todo mundo fala alto, ninguém ouve nada direito e é difícil prestar atenção.
De acordo com Eduardo Murgel, o primeiro problema das escolas é a planta: não se desenham edifícios escolares levando em conta as condições acústicas. "Se a lei determina um nível de 40 a 50 decibéis por sala de aula, os arquitetos deveriam colocar o prédio no fundo do terreno, longe da rua e fazer o pátio na frente", afirma o engenheiro. Ele aconselha aos professores que trabalham em lugares ruidosos reivindicar da direção da escola e da secretaria de Educação salas com tratamento acústico - forros e pisos que absorvam o som - ou um sistema de alto-falantes e microfone em ambientes maiores.
Falar baixo é uma saída
"Quanto mais alto falam os alunos, mais alto fala o professor e maior é o barulho", diz Eduardo Murgel. Ele recomenda discutir a questão com a turma para que o problema seja resolvido. Uma prática enriquecedora é criar a cultura da "fala mansa". No início da aula, peça alguns minutos de silêncio à turma. Mostre como a classe fica mais acolhedora sem ruídos.
É importante que a garotada entenda o conceito de círculo vicioso - cada vez que um levanta a voz, o colega ao lado vai falar mais alto, o próximo vai berrar e ninguém vai ouvir nada. Para que esse hábito seja modificado, proponha um pacto a partir do qual todos falem sem gritar, de mansinho.
A Escola Estadual Amaro Cavalcanti, no Rio de Janeiro, tem cerca de 2700 alunos, 900 por período. As classes abrigam 40 estudantes, em média. A situação é agravada pelo projeto arquitetônico do prédio. "As paredes das salas que dão para o corredor não vão até o teto, o que leva o ruído a níveis críticos", conta a coordenadora Sandra Linhares de Britto.
Para atenuar esses efeitos, a escola orientou professores e funcionários a não se reunir nos corredores, espaços em que todos deveriam falar baixo. A forma de ocupação das salas sofreu alterações. As turmas não permanecem na classe se não tiver aula: elas vão assistir a vídeos em sala reservada para isso ou praticar esportes na quadra.

Alunos ajudam na solução
O arquiteto e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo João Gualberto Baring coordenou, em 1998, um projeto de conscientização para diminuição do ruído na escola. A iniciativa foi fruto de uma parceria entre o Instituto de Pesquisas Tecnológicas e a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. "A gritaria em classe é tal que concluímos que sem disciplina nada se resolve."
Uma das soluções foi a dramatização dos efeitos do barulho. As turmas mais velhas foram convocadas a escrever o texto de uma peça e a chamar os menores para representá-la. Outra iniciativa bem-sucedida foi a criação de semáforos de papelão feitos pelos alunos. A idéia era indicar o volume de som na classe por meio das cores: verde (pouco barulho), amarelo (alerta) e vermelho (barulho excessivo).
Quem mudava as cores era a professora, auxiliada por alunos eleitos pela classe. Eles se baseavam na compreensão da fala da professora pela turma. Quando o vermelho aparecia, todos verificavam por que o barulho tinha atingido o nível crítico. De acordo com Baring, a turma se sentia estimulada e respondia bem por ter participado do processo. "Sem que ocorressem mudanças no prédio da escola, a solução veio com técnicas criativas", conclui o arquiteto.
Qual o impacto do som na saúde
Volume*
Até 50
de 50 a 65
de 65 a 70
Acima de 70
Locais
Rua sem tráfego
Sala de aula onde o professor fala sem grita e os alunos ouvem quietos
Pátio na hora do recreio
Praça de alimentação de shopping ,ruas muito movimentadas
Reação
Confortável
A pessoa fica em posição de alerta
O organismo reage para se adaptar ao ambiente
Perigo de estresse degenerativo e abalo da saúde mental
Efeitos Negativos
Nenhum
Cai a capacidade de concentração
Sobe o nível de cortisona no sangue, diminuindo a resistência imunológica; o cérebro libera endorfina, tornando o corpo dependente químico dessa proteína; a pressão arterial sobe por causa da liberação de adrenalina; aumenta o colesterol
Risco de enfarte
Fonte: revistaescola.abril.com.br

Renilda Costa
Coordenação Pedagógica

terça-feira, 28 de junho de 2011

PARA ONDE CAMINHA A JUVENTUDE

PARA ONDE CAMINHA A JUVENTUDE

Há um mundo a ser descoberto dentro de cada criança e
de cada jovem.  Só não consegue descobri-lo quem está
encarcerado dentro do seu próprio mundo.

Nossa geração quis dar  o melhor para as crianças e os jovens.  Sonhamos grandes sonhos para eles.  Procuramos dar os melhores brinquedos, roupas, passeios e escolas.  Não queríamos que eles andassem na chuva, se machucassem nas ruas, se ferissem com os brinquedos caseiros e vivessem as dificuldades pelas quais passamos.
Colocamos uma televisão na sala.  Alguns pais, com mais recursos, colocaram,  uma televisão e um computador no quarto de cada filho.  Outros encheram seus filhos de atividades, matriculando-os em cursos de inglês, computação, música.
Tiveram uma excelente intenção só não sabiam que as crianças precisavam ter infância, que necessitavam inventar, correr riscos, frustrar-se, ter tempo para brincar e se encantar com a vida.  Não imaginavam o quanto a criatividade, a felicidade, ousadia e a segurança do adulto dependiam das matrizes da memória e da energia emocional da criança.  Não compreenderam que a TV, os brinquedos manufaturados, a Internet e o excesso de atividades obstruíam a infância dos seus filhos.
Criamos um mundo artificial para as crianças e pagamos um preço caríssimo.  Produzimos sérias consequências no território  da emoção, no anfiteatro* dos pensamentos e no solo da memória deles.

*sala de aulas cujos os assentos estão dispostos em arquibancadas.
Fonte: Pais Brilhantes e Professores Fascinantes – Augusto Cury



Coordenação Pedagógica
Renilda Costa

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O que é Déficit de Atenção/Hiperatividade?

Trata-se de uma alteração do comportamento que impossibilita o indivíduo de permanecer quieto por um período de tempo necessário para executar determinadas atividades comuns diárias. Por conta do seu comportamento essas crianças e adolescentes são evitados e considerados inconvenientes.
O Déficit de Atenção/Hiperatividade é muito freqüente?
 
Estima-se que 10% das crianças na idade pré escolar e 4-5% na idade escolar apresentam Hiperatividade.
Como se percebe o Déficit de Atenção/Hiperatividade na escola?

- Não ficam paradas na sala de aulas
- Falam muito com os colegas
- Interrompem de maneira imprópria a professora
- Iniciativas descontroladas
- Tumultuam a classe com brincadeiras fora de hora
- Apresentam desempenho abaixo do esperado.

O desenvolvimento do hiperativo é normal?

A maioria dos pacientes hiperativos apresentam um desenvolvimento normal.

O paciente hiperativo tem nível de inteligência normal?

Sim, a maioria apresenta o nível de inteligência normal ou acima do normal.

Qual é o tratamento para o Déficit de Atenção/Hiperatividade?

O tratamento da Hiperatividade se faz com o uso de medicamentos estimulantes do sistema nervoso e associa-se a terapia psicológica.

Quando deve ser iniciado o tratamento?

Logo que se percebe o quadro deve-se procurar um especialista para orientação adequada e quanto mais precoce o tratamento for iniciado melhores serão os resultados, pois o comprometimento emocional será menos acentuado.

domingo, 27 de março de 2011

Afinal, o que é dislexia?

Afinal, o que é dislexia?
   
Por Maria Irene Maluf
Ler e escrever são necessidades básicas do ser humano, pois além de serem fundamentais para o acesso e aquisição da maioria dos conhecimentos de nossa cultura, tornam a pessoa intelectualmente independente.
Ao aprender a ler e escrever, a criança nasce novamente: se antes nasceu para a vida, agora nasce para viver no mundo da cultura. Toda a vida escolar é indubitavelmente marcada pelas primeiras experiências que as crianças vivem em relação à aquisição de conhecimentos e habilidades acadêmicas. Se essas experiências são freqüentemente frustrantes, é natural que a dedicação e a realização nessas áreas sejam prejudicadas e o acabem por produzir problemas na esfera afetiva e em todo o desenvolvimento da personalidade.
O domínio da leitura está ligada a vários processos que se associam para que seja possível ler e compreender o que se lê e esses dependem de diferentes funções cognitivas e sensoriais, como a atenção e concentração, a consciência fonológica e ortográfica, a decodificação rápida, a compreensão verbal, entre outras.
Apesar de se tratar de uma habilidade muito complexa, a maioria das crianças adquire facilmente essa capacidade. Entretanto, existe uma parcela significativa de alunos que apresenta grandes dificuldades na aprendizagem da leitura e escrita.
Podemos compreender a ansiedade dos pais em torno do sucesso escolar de seus filhos e principalmente em relação à sua alfabetização, da mesma forma que entendemos sua angústia e perplexidade quando a criança se mostra incapacitada a acompanhar a escolaridade, como o fazem seus coleguinhas de mesma idade.
A dislexia não é uma doença, mas sim um transtorno de aprendizagem, cujos sintomas podem ser percebidos desde a pré-escola e o diagnóstico é geralmente concluído, quando a criança alcança os sete ou oito anos de idade.
A dislexia é caracterizada fundamentalmente pela presença de grande dificuldade para a aquisição da leitura, geralmente acompanhada por idêntica problemática em relação à escrita, quando não existe atraso cognitivo, problema psicológico de porte ou deficiência sensorial que justifique tal transtorno. A maioria das crianças disléxicas sofre com os freqüentes fracassos escolares, os quais geram o rebaixamento da auto-estima e, conseqüentemente, levam a comportamentos que variam da apatia à agressividade, tornando a vida escolar e familiar muito desgastante.
Estudos e pesquisas atuais têm demonstrado que a dislexia é congênita, afeta mais os meninos do que as meninas e tem apontado para uma transmissão hereditária.
Os sintomas da dislexia podem ser aliviados com o acompanhamento profissional adequado, permitindo à criança cursar normalmente a escolaridade regular, do ensino fundamental à graduação ou pós-graduação, dependendo de fatores individuais.
É possível perceber alguns sinais de risco para a aprendizagem da leitura e escrita desde os quatro anos de idade. Essa percepção precoce é importantíssima no encaminhamento da criança aos profissionais especializados em tal diagnóstico (psicopedagogos, neurologistas) a fim de evitar que os danos conseqüentes à baixa auto-estima e os problemas escolares comecem a se instalar.
Recomenda-se começar um trabalho de estimulação sobre a transição natural da fala à leitura e escrita. Aguardar que a criança supere por si as dificuldades pode ocasionar outras questões que apenas complicarão a sua problemática.
Alguns sintomas podem chamar a atenção dos pais e professores, quando freqüentes e mais intensos do que o esperado para a idade. Citaremos alguns deles, de acordo com a faixa etária, embora não se esgotem aqui as possibilidades necessárias para o diagnóstico profissional.
Crianças entre 4 e 6 anos:
·a omissão, inversão ou a confusão de fonemas;
·vocabulário empobrecido;
·dificuldade na expressão oral;
·baixo nível de compreensão da linguagem;
·dificuldade em aprender a diferenciar cores, formas,tamanhos, posições;
·problemas de lentidão motora e
·atraso na aquisição de conhecimento do esquema corporal, orientação e seqüenciação.
Crianças entre 6 e 9 anos:
·Permanecem ou aumentam as inversões, confusões, trocas e omissões de fonemas;
·O vocabulário passa a ser cada vez mais empobrecido em relação à faixa etária e escolaridade alcançada;
·Na leitura, geralmente silabada, hesitante e mecânica, é freqüente a presença de confusão entre letras, como por exemplo entre: a/o; a/e; u/o; b/d; p/q; u/n, assim como aparecem omissões, inversões e adições de sílabas nas palavras lidas, o que dificulta ainda mais o entendimento do texto;
·Na escrita percebem-se confusões de letras semelhantes pelo som ou forma;
·Há omissões e inversões de letras, sílabas ou palavras, que persistem apesar do treino ortográfico; é freqüente a escrita de letras ou símbolos isolados em espelho e
·A escrita e a estruturação das idéias são confusas.
Crianças com mais de 9 anos:
·Dificuldade na estruturação das frases;
·Inadequação no uso dos tempos verbais;
·Dificuldade persistente na compreensão da leitura,assim como na expressão oral e escrita;
·Escrita muito irregular, com incorreções ortográficas, semântica e sintática;
·Transparecem as dificuldades às outras aprendizagens escolares que tenham como base a leitura e sua compreensão;
·Negam-se ou evitam ler, principalmente em voz alta;
·Compreendem melhor o que é lido para eles do que o que lêem e
·Como se cansam devido ao esforço mental, escrevem mais devagar e sua caligrafia pode ser muito irregular.
Infelizmente, as crianças não superam por si só esses problemas relacionados à leitura e escrita. Precisam de profissionais especializados por um período de sua escolarização e quanto mais cedo for iniciado esse atendimento, menos complicações serão desenvolvidas, tanto no âmbito escolar, como no emocional e social.
Espera-se da escola que tenha sensibilidade à questão e busque atualizar seus conhecimentos para detectar os sintomas sugestivos dislexia. Comunicar adequadamente aos pais suas suspeitas, incentivando o encaminhamento para o diagnóstico clínico, apoiar e adotar as condutas orientadas pelos profissionais especializados como ensino personalizado, avaliação adaptada e maior compreensão do comportamento e necessidades da criança disléxica. Promover a integração social através do respeito e do conhecimento de suas particularidades de aprendizagem, visando melhorar a imagem negativa que em geral esses alunos têm de si próprios.
Maria Irene Maluf
Pedagoga especialista em Educação Especial e em Psicopedagogia
Presidente da ABPp- Associação Brasileira de Psicopedagogia 

Como estudar?


CIEP -  016
Abílio Henriques Correia
Como estudar?
Existem algumas técnicas que auxiliam o estudante a alcançar seus objetivos.      
Se essas técnicas forem seguidas, seguramente o sucesso será alcançado e o próprio aluno perceberá que pode ultrapassar seus limites.

Fator Externo

AMBIENTE

O ambiente propício para o estudo deverá ser:
*       sossegado;
*       com boa iluminação;
*       sem música;
*       com uma mesa - somente com os materiais básicos para o estudo para que não haja distração com outras coisas do tipo: fotos, revistas, etc.;
*       uma cadeira confortável (para se manter uma boa postura durante o estudo);
*       um bom dicionário (não pode faltar).

Fator Interno

MOTIVAÇÃO E AUTO DISCIPLINA

Um fator que determina o bom estudo é a vontade de querer saber mais, sem essa vontade o aluno não chegará a nenhum  lugar. Para que  isso aconteça, o aluno deve saber aonde quer chegar, enfim, ter os seus objetivos bem definidos!
A auto disciplina atua como um auxiliar do estudante que deve treinar-se para ter domínio sobre a fantasia, imaginação, emoções e impulsos.

Planejamento e Organização

TEMPO

É importante que o aluno separe um tempo para estudar.
A escolha desse período é individual, pois cada pessoa tem os seus compromissos pessoais no decorrer da semana. Mas se faz necessário um empenho por parte do estudante para descobrir seus horários vagos e se dedicar ao estudo.
  1. Descobrir os períodos de tempo vagos.
  2. Selecionar aqueles períodos do dia em que você se sente mais "disposto”.
  3. Separar pelo menos duas horas para estudo, mas, entre uma hora e outra, descansar 15 minutos (saia do ambiente de estudo e faça algo para descansar a mente).

Anotações em Sala de Aula

As anotações em sala de aula são muito importantes para o estudo, pois elas são pessoais, ou seja, o aluno escreve com suas palavras o que está entendendo da aula, quando anotamos algo, estamos usando não somente as memórias visual e auditiva. Quando escrevemos algo, memorizamos mais!
*       Prepare um caderno para anotações ou utilize o próprio caderno da matéria a ser estudada, porque, quando fazemos anotações em qualquer folha, corremos o risco de perdê-los!
*       Crie o hábito de rever as anotações quando chegar a casa. Ao revê-las, podemos relembrar pontos importantes que deixamos de anotar durante a aula.

Estudando em Casa

Tudo será uma grande REVISÃO, deixando o estudante mais despreocupado, pois ele tem o domínio da matéria!
1º Passo
Ler o conteúdo a ser estudado despreocupadamente.
2º Passo
Ler o conteúdo sublinhando o que você está achando mais importante no texto.
3º Passo
Fazer um fichamento sobre o que foi lido. (lembre-se que este material é seu por isso tente abordar todos os aspectos do texto!).
4º Passo
Se houver exercícios para serem feitos e refeitos, a hora é agora.

Dica de Aprofundamento

Muitos alunos ficam apenas com o que os professores abordam em sala de aula e, por esse motivo, muitas vezes, não chegam a compreender o conteúdo.
Fazer leituras de jornais, ou de revistas sobre o tema estudado é um modo simples de aprofundamento.
Quando a matéria requer exercícios como, por exemplo, matemática, o estudante deve procurar em livros de outros autores exercícios diferentes e, a partir destes, o próprio aluno poderá criar os seus.

Estudando Exatas

A matemática sempre foi um "bicho de 7 cabeças" para o estudante.
As dicas são basicamente as mesmas:
*       Prestar atenção às aulas, fazendo anotações.
*       Tentar resolver alguns exercícios em sala, formulando assim perguntas para o professor.
*       Quando chegar em casa: REVISÃO! Escreva observações e perguntas, se as tiver.
*       Pesquisar outros livros é muito importante para o domínio da matéria!

Dica

"PERGUNTAR É SINÔNIMO DE INTELIGÊNCIA E INTERESSE, POIS QUEM NÃO PERGUNTA É PORQUE PROVAVELMENTE ESTÁ COM A MENTE VOANDO FORA DA SALA DE AULA”.
Seguindo esses conselhos práticos o estudante, sem sombra de dúvidas, alcançará êxito em sua carreira e, é claro, que esse êxito se refletirá em boas notas!
BONS ESTUDOS!

Coordenação Pedagógica